Valentão perturbava garçonete, até que um herói e seu cão entraram em ação
**Diário Pessoal** O letreiro de néon dizia “Café da Estrada” e piscava como se também estivesse com sono. Era um daqueles restaurantes de beira de estrada que sobrevivem por teimosia: café requentado, música antiga no jukebox e um cheiro constante de óleo que gruda na roupa. Maria Sousa já estava há seis horas de turno. … Read more