Valentões importunavam garçonete, mas um veterano e seu cão pastor estavam de olho para ensiná-los uma lição
O letreiro de néon dizia “Café da Estrada” e piscava como se também estivesse com sono. Era um daqueles restaurantes à beira da estrada que sobrevivem por teimosia: café requentado, música antiga na jukebox e um cheiro constante de gordura que gruda nas roupas. Beatriz Mendes já estava há seis horas de turno. Os pés … Read more