O Cliente Humilde Que Era o Dono do Banco
A manhã começou como qualquer outra. Os autocarros buzinavam na berma da estrada. O aroma de pão quente saía de uma padaria próxima. Precisamente às nove horas, as portas de vidro do Banco Nacional do Rio deslizaram a abrir com o seu habitual silêncio mecânico. Lá dentro, luzes brancas e brilhantes inundavam o átrio com … Read more