A filha rica era muda… até uma criança lhe dar água e acontecer o inesperado

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**Diário de Pedro Almeida**

O sol caía implacável sobre as ruas de Lapa, um dos bairros mais exclusivos de Lisboa. Pedro Almeida, de 35 anos, caminhava com passo elegante em direção ao seu BMW preto, ajustando a gravata de seda italiana. O fato sob medida brilhava sob a luz do meio-dia enquanto ele conferia o seu Rolex Submariner. 14h30, perfeito para buscar a Beatriz. Ao seu lado, como uma pequena sombra silenciosa, caminhava sua filha de 6 anos. Beatriz Almeida era uma menina linda, com grandes olhos castanhos que pareciam guardar mil segredos.

Seu vestido branco imaculado e sapatos de verniz contrastavam com a tristeza que sempre carregava consigo. Desde que nascera, Beatriz nunca pronunciara uma única palavra. “Vamos, princesa,” disse Pedro com ternura, estendendo a mão. Beatriz olhou para ele com aqueles olhos enormes e segurou sua mão sem emitir som algum. Era a rotina diária após a consulta com o neurologista, onde, mês após mês, recebiam a mesma resposta desanimadora. Os melhores especialistas de Portugal haviam examinado Beatriz—médicos do Porto, de Espanha, até um neurocirurgião renomado da Suíça voara especialmente para vê-la.

Todos chegavam à mesma conclusão. Fisicamente, Beatriz estava perfeita. Não havia dano neurológico, trauma físico… simplesmente, ela**Diário de Pedro Almeida**

O sol caía implacável sobre as ruas de Lapa, um dos bairros mais exclusivos de Lisboa, enquanto Pedro Almeida, de 35 anos, caminhava em silêncio ao lado de sua filha Beatriz, cujo mutismo inexplicável havia se tornado um mistério que nenhum médico conseguia desvendar.

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