Ela foi trabalhar na mansão… mas o bebê em seus braços mudou tudo

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Numa noite fria em Lisboa, o milionário Eduardo Marques jurou nunca mais amar. Até que uma jovem mãe chamada Joana chegou à sua mansão com um bebê nos braços. A madrugada caía sobre a mansão quando, às 3h40, o silêncio foi quebrado pelo choro do pequeno Tomás. Eduardo desceu as escadas de mármore, irritado, e encontrou Joana na lavanderia, cantando para acalmar o filho.

Ao pegar o bebê, algo estranho aconteceu – Tomás parou de chorar. Naquele momento, Eduardo sentiu uma ferida antiga se abrir. Havia uma foto virada na mesa: sua falecida esposa, grávida, antes de perder o bebê.

Os dias seguintes foram tensos. Eduardo tentou demitir Joana, mas Tomás estendeu os bracinhos para ele, e o coração de Eduardo rachou. Quando o menino adoeceu, Eduardo os levou ao hospital e, vendo Joana desesperada, percebeu que não podia mais fugir do amor.

Mas o passado voltou quando Helena, irmã de sua falecida esposa, apareceu e tentou sabotá-los. Pior ainda: Diego, o pai biológico de Tomás, reapareceu exigindo dinheiro e ameaçando levar a criança.

Eduardo e Joana se casaram para proteger Tomás, mas o que começou como um acordo virou algo real. Na audiência, a juíza concedeu a adoção, e Eduardo finalmente confessou: “Casei com você por covardia. Tinha medo de dizer que te amo.”

Seis meses depois, no jardim da mansão, Eduardo se ajoelhou novamente. “Quero nos casar do jeito certo.” E assim fizeram – rodeados de flores, amigos e, principalmente, amor.

No final, Eduardo, Joana e Tomás formaram uma família. Imperfeita, mas verdadeira. E, no fim das contas, era tudo o que importava.

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