Era Quase Meia-Noite Quando a Batida Começou—Um Toque Suave e Ritmado Que Me Aterrorizou Mais Que Qualquer Pancada. Ao Abrir a Porta, Não Encontrei um Monstro, Mas uma Criança com Olhos Mais Velhos Que Seus Anos. Quando Perguntei o Que Ela Queria, Suas Palavras Me Destruíram por Dentro.
PARTE 1: A BATIDA NA ESCURIDÃO O relógio digital do micro-ondas marcava 23:42. Lá fora, o vento uivava pelas calhas da minha rua tranquila nos arredores de Lisboa, daquele vento que sacode as janelas e faz agradecer pelo vidro duplo e pelo aquecimento central. Eu estava no sofá, a percorrer o telemóvel sem parar, com … Read more